Dado novo do Índice FipeZap: o aluguel residencial subiu 7,11% entre janeiro e setembro de 2026 — quase o dobro do IPCA no mesmo período, de 3,95%. Em 12 meses, a alta chega a 9,13%, contra 4,58% do IPCA e apenas 3,34% do IGP-M. Em setembro isoladamente, o índice avançou 0,52%, com 31 das 36 cidades monitoradas registrando alta no mês.
E Florianópolis está bem no topo dessa lista: entre as capitais, a cidade aparece em 5º lugar no ranking de aluguel mais caro do Brasil, com R$ 61,81 por m² — atrás só de São Paulo (R$ 65,78), Recife (R$ 64,39), Belém (R$ 62,25) e Rio de Janeiro (R$ 61,86).
Pra quem pensa em imóvel como investimento, o dado importa: aluguel subindo bem acima da inflação significa retorno real positivo pra quem compra pra alugar — e isso vale ainda mais em praças com demanda qualificada e pouca oferta nova, como é o caso de Florianópolis no segmento de médio e alto padrão. Não é só valorização de venda que sustenta um bom investimento imobiliário: é também a renda que ele gera mês a mês.
O recado pra quem está decidindo entre deixar o dinheiro parado ou investir em imóvel de aluguel é direto: com juro de aluguel correndo acima da inflação em praças como Floripa, esperar "o momento certo" pode custar caro — o retorno já está acontecendo agora.